quinta-feira, 18 de julho de 2013

Não gosto de ir dormir sem teu "boa noite". Não gosto de ir dormir sem conversar com você pelo menos uns 2 minutos. Desculpa se eu quero falar com você o tempo todo, desculpa por eu tentar demonstrar que gosto de você de um jeito diferente e confuso. Só me diz que entende, que se ligou quando eu disse "te odeio", que entende o meu jeito de fazer de tudo pra esconder e demonstrar, ao mesmo tempo. Ah, eu sou assim.. mudo de ideia a cada 5 minutos, ainda mais quando o assunto é você, nós. Tem uma hora que eu amo, tem uma hora que eu odeio e tem outras, que eu ainda não sei o que é. Tem horas que quero me declarar e outras, que só quero esquecer. Você não é pra mim, eu não sou pra você. Eu entendo. Eu aceito. A gente se da bem demais pra dar certo. A gente se da bem demais, pra dar errado também. A gente não faz nada certo, mas também não temos nada pra fazer que não de errado. Quando a gente faz alguma coisa pra dar certo, da errado. E quando fazemos pra dar errado, da certo. Tudo que tem a ver com a gente é complicado, difícil. Quando um é fofo o outro é "grosso" e acabamos "ficando de mal". Quando um é grosso o outro tenta ser fofo, e tudo acaba no "eu te amo". E as cenas horríveis de ciúmes? É o tempo todo. É um provocando o outro. Nenhum dos dois amolece o suficiente pra dizer: "fica comigo". Nenhum dos dois tem coragem o bastante pra chegar e falar tudo e dane-se o que vai acontecer, se vai dar certo ou não. Falta alguém dar um passo, dizer sim ou não. Porque ficar nesse 'bate e volta, volta e bate" nenhum dos dois acaba sabendo o que quer. Se é um ao outro, ou um pro outro.

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